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Abstract
Tennis is recognized worldwide for the benefits
it provides for physical, mental, and social
development. However, among college students
in Latin America, participation in sport remains
limited, a situation often attributed to
sociocultural barriers. The objective of this
study was to examine the possible relationship
between sociocultural barriers and participation
in tennis among students at the Universidad
Estatal Peninsula de Santa Elena (UPSE) in
Ecuador. The research followed a quantitative
approach, with a descriptive-correlational scope
and a non-experimental cross-sectional design.
The sample included 142 students, selected
through non-probabilistic convenience
sampling. A structured questionnaire consisting
of 16 items was used; it was developed based on
scales validated in the scientific literature. This
instrument was organized into five dimensions
related to barriers and one dimension dedicated
to sports participation, using a five-point Likert
scale (α=0.830). Since the data did not follow a
normal distribution according to the
Kolmogorov-Smirnov test (p<0.05),
Spearman’s nonparametric correlation was
applied. The findings revealed moderate levels
of perceived barriers, with economic barriers
and those related to access standing out most
prominently. At the same time, actual tennis
participation was notably low; although no
statistically significant correlations were found
between sociocultural barriers and tennis
participation, significant correlations did
emerge among the barrier dimensions
themselves. In conclusion, low participation in
tennis is the result of a multifactorial
phenomenon, making it necessary for
universities to implement comprehensive and
sustained strategies aimed at democratizing
access to the sport among students.
Keywords: Sociocultural barriers, Sports
practice, Tennis, Sports participation,
University students.
Sumário
O ténis destaca-se a nível mundial pelos
benefícios que traz para o desenvolvimento
físico, mental e social. No entanto, entre os
estudantes universitários da América Latina, a
sua prática continua a ser limitada, uma situação
que costuma estar relacionada com barreiras de
natureza sociocultural. O objetivo deste estudo
consistiu em examinar a possível relação entre
as barreiras socioculturais e a participação na
prática do ténis entre estudantes da
Universidade Estadual da Península de Santa
Elena (UPSE), no Equador. A investigação
seguiu uma abordagem quantitativa, com um
âmbito descritivo-correlacional e um desenho
não experimental de tipo transversal. A amostra
incluiu 142 estudantes, selecionados através de
uma amostragem não probabilística por
conveniência. Foi utilizado um questionário
estruturado composto por 16 itens, elaborado
com base em escalas validadas na literatura
científica; este instrumento foi organizado em
cinco dimensões relacionadas com as barreiras
e uma dimensão dedicada à prática desportiva,
utilizando uma escala de Likert de cinco pontos
(α=0.830). Dado que os dados não apresentaram
uma distribuição normal de acordo com o teste
de Kolmogorov-Smirnov (p < 0,05), aplicou-se
a correlação não paramétrica de Spearman. Os
resultados revelaram níveis moderados de
barreiras percebidas, destacando-se
principalmente as de natureza económica e as
relacionadas com o acesso; ao mesmo tempo, a
prática efetiva do ténis revelou-se notavelmente
baixa, embora não se tenham verificado
correlações estatisticamente significativas entre
as barreiras socioculturais e a prática do ténis,
tendo-se, no entanto, observado correlações
importantes entre as próprias dimensões das
barreiras. Em conclusão, a escassa participação
no ténis resulta de um fenómeno multifatorial,
o que torna necessário que as universidades
implementem estratégias integrais e
sustentadas, orientadas para a democratização
do acesso ao desporto no meio estudantil.
Palavras-chave: Barreiras socioculturais,
prática desportiva, ténis, participação
desportiva, estudantes universitários.
Introducción
A nivel mundial, el tenis se ha consolidado
como una de las disciplinas deportivas
individuales con mayor alcance y prestigio.
Según la Federación Internacional de Tenis