
Ciencia y Educación
(L-ISSN: 2790-8402 E-ISSN: 2707-3378)
Vol. 7 No. 1.2
Edición Especial UG 2026
Página 156
Habilidades, Capacidades intelectuales,
Aprendizaje significativo.
Abstract
Traditional methodologies tend to constrain the
development of investigative thinking in gifted
students. This study, conducted at the Minerva
Private Basic Education School (Guayaquil,
Ecuador), analyzed the influence of active
methodologies on the investigative skills of
gifted students. A mixed-methods approach
with triangulation of instruments was adopted:
surveys, checklists, observation guides, and
anecdotal records were applied to 32 gifted
students, 10 teachers, and 9 student teachers.
The descriptive analysis showed that, although
gamification, the flipped classroom, and
cooperative learning appear as preferred
strategies, their frequency of use does not
exceed 40%, which limits the consolidation of
sustained inquiry processes and autonomy.
However, when implemented, the indicators of
hypothesis formulation, problem-solving, and
scientific communication exceed 70%,
revealing high potential. In terms of skills
performance, achievements of 60–70% were
observed in question formulation, information
retrieval, and communication of results, while
gaps of 25–35% were found in metacognition
and data interpretation, especially in elementary
grades. This suggests the need for progressive
learning sequences and systematic teacher
support. In response, a digital pedagogical
journal was designed that integrates Problem-
Based Learning (PBL), Project-Based Learning
(PBL), case studies, critical thinking, service-
learning, WebQuests, and STEAM (Science,
Technology, Engineering, and Mathematics),
with the aim of sustaining inquiry cycles,
strengthening critical, convergent, and
divergent thinking among gifted students, and
promoting an inclusive school research culture.
It is concluded that the key is not only to adopt
active methodologies but also to institutionalize
their continuity to bridge the gap between
discourse and practice and enhance high
potential.
Keywords: Active methodologies, Critical
thinking, Autonomous learning, Skills,
Intellectual abilities, Meaningful learning.
Sumario
As metodologias tradicionais tendem a limitar o
desenvolvimento do pensamento investigativo
em alunos superdotados. Este estudo, realizado
na Escola Particular de Educação Básica
Minerva (Guayaquil, Equador), analisou a
influência de metodologias ativas nas
habilidades investigativas de alunos
superdotados. Adotou-se uma abordagem de
métodos mistos com triangulação de
instrumentos: questionários, listas de
verificação, guias de observação e registros
anedóticos foram aplicados a 32 alunos
superdotados, 10 professores e 9 estagiários. A
análise descritiva mostrou que, embora a
gamificação, a sala de aula invertida e a
aprendizagem cooperativa apareçam como
estratégias preferenciais, sua frequência de uso
não ultrapassa 40%, o que limita a consolidação
de processos de investigação sustentada e a
autonomia. No entanto, quando implementadas,
os indicadores de formulação de hipóteses,
resolução de problemas e comunicação
científica ultrapassam 70%, revelando alto
potencial. Em termos de desempenho de
habilidades, observou-se um aproveitamento de
60 a 70% na formulação de perguntas,
recuperação de informações e comunicação de
resultados, enquanto lacunas de 25 a 35% foram
encontradas na metacognição e interpretação de
dados, especialmente nos anos iniciais do
Ensino Fundamental. Isso sugere a necessidade
de sequências progressivas de aprendizagem e
apoio sistemático aos professores. Em resposta,
foi desenvolvido um diário pedagógico digital
que integra Aprendizagem Baseada em
Problemas (ABP), Aprendizagem Baseada em
Projetos (ABP), estudos de caso, pensamento
crítico, aprendizagem-serviço, WebQuests e
STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e
Matemática), com o objetivo de sustentar ciclos
de investigação, fortalecer o pensamento
crítico, convergente e divergente entre alunos
talentosos e promover uma cultura de pesquisa
escolar inclusiva. Conclui-se que a chave não é