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empirical evidence for the critical analysis of
contemporary higher education institutional
design.
Keywords: Generation Z, Digital natives,
University student, Higher education,
Knowledge.
Sumário
O objetivo deste estudo foi analisar a
reconfiguração e as relações entre os saberes
agrários, industriais e digitais em estudantes
universitários da Geração Z, frequentemente
caracterizados pelo estereótipo de “nativos
digitais”. O alcance do estudo limitou-se à
caracterização empírica desses repertórios de
saberes em uma universidade pública do
México, sem estabelecer inferências causais
nem generalizações para além do contexto
analisado. Foi realizado um estudo
quantitativo, não experimental e transversal,
com uma amostra de 96 estudantes. Os dados
foram coletados por meio de um questionário
estruturado e analisados com estatística
descritiva e correlações não paramétricas,
utilizando o coeficiente de correlação por
postos de Spearman. Os resultados indicam um
predomínio do saber digital, uma associação
estatisticamente significativa entre os saberes
agrários e industriais e a ausência de
associações significativas entre estes e o saber
digital. Esse padrão revela uma coexistência
diferenciada de repertórios de saberes, na qual
os saberes agrários e industriais apresentam
continuidade, enquanto o saber digital opera de
maneira relativamente autônoma. Com base
nesses resultados, conclui-se que a experiência
universitária se estrutura a partir de uma
hierarquização fragmentada de saberes, na qual
o saber digital tende a assumir um caráter
hegemônico, fornecendo evidências empíricas
para a análise crítica do desenho institucional
contemporâneo do ensino superior.
Palavras-chave: Geração Z, nativos digitais,
estudante universitário, ensino superior,
saberes.
Introducción
Pese a las particularidades de cada país, la edad
permite establecer convenciones analíticas para
delimitar cortes generacionales y el grupo etario
que cursa estudios orientados a la obtención de
un título o certificación profesional. Desde esta
perspectiva, puede identificarse un hecho
relevante: la coincidencia entre la Generación
Z, nacida entre 1996 y 2010 y la edad en la que
habitualmente se cursa la enseñanza superior,
cuyo ingreso por primera vez se sitúa, en
promedio, en los 22 años a nivel internacional
(Jayatissa, 2023; OECD, 2025). Dicha
coincidencia constituye, simultáneamente, un
proceso de carácter demográfico y educativo, al
expresarse como un relevo generacional en las
Instituciones de Educación Superior. En este
marco, el estudio analiza esta dinámica en una
universidad pública mexicana y en una carrera
específica, entendiendo que se trata de una
configuración situada que, con variaciones
contextuales, puede adquirir expresiones
análogas en otros contextos educativos, tanto
nacionales como internacionales.
En México, el término oficial para designar la
enseñanza superior es educación superior. De
acuerdo con la Ley General de Educación
Superior (Congreso de los Estados Unidos
Mexicanos, 2021, p. 2), esta constituye un tipo
educativo que “se imparte después del medio
superior y está compuesto por los niveles de
técnico superior universitario, profesional
asociado u otros equivalentes, licenciatura,
especialidad, maestría y doctorado”. Durante el
ciclo escolar 2024–2025, la matrícula total de
educación superior fue de 5,519,791
estudiantes, concentrándose mayoritariamente
en el nivel de licenciatura, con 4,913,471
alumnos, lo que constituye el principal
segmento del estudiantado nacional, de acuerdo
con datos de la Secretaría de Educación Pública